Datafolha aponta Lula e Flávio Bolsonaro empatados em simulação nacional de 2º turno
Pesquisa registra 45% para cada um; 9% dizem votar em branco, nulo ou em nenhum dos dois e 1% não respondeu.
O mercado financeiro passou a prever uma queda mais lenta dos juros no Brasil em 2026. No Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (18), a estimativa para a taxa Selic no fim deste ano subiu de 13% para 13,25% ao ano, sinalizando que analistas esperam um ciclo de afrouxamento monetário menos intenso do que o projetado na semana anterior.
A revisão ocorre em meio à nova alta na projeção para a inflação. A mediana das estimativas para o IPCA, índice oficial de inflação do país, passou de 4,91% para 4,92% em 2026, na décima semana seguida de avanço. Para 2027, a previsão foi mantida em 4%, enquanto a estimativa para 2028 subiu de 3,64% para 3,65%.*
A Selic é a taxa básica de juros da economia e serve de referência para empréstimos, financiamentos, cartões, aplicações financeiras e decisões de consumo. Quando a expectativa de juros permanece elevada por mais tempo, o crédito tende a seguir mais caro, o que pode afetar famílias, empresas e investimentos.
Nas demais projeções do Focus, o mercado manteve a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 1,85% para 2026. Para 2027, a estimativa subiu levemente, de 1,76% para 1,77%. Já para 2028 e 2029, a expectativa de expansão da economia permaneceu em 2% ao ano.
A projeção para o dólar no fim de 2026 ficou estável em R$ 5,20. Para 2027, a mediana recuou de R$ 5,30 para R$ 5,27; para 2028, caiu de R$ 5,35 para R$ 5,34; e, para 2029, permaneceu em R$ 5,40. O boletim reúne expectativas de instituições do mercado financeiro e é atualizado semanalmente pelo Banco Central.