Ausência de Lula em marcha para prefeitos em Brasília ocorre em um ambiente politicamente sensível para o governo

Presidente tem compromissos previstos no Enic pela manhã e no lançamento do Move Aplicativos à tarde, no mesmo dia da sessão solene.

18/05/2026 às 15:22 por Redação Plox

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não deve participar da sessão solene de abertura da Marcha dos Prefeitos, marcada para esta terça-feira (19), em Brasília. A razão formal é a agenda presidencial em São Paulo, onde o petista terá compromissos ligados à construção civil e à mobilidade urbana no mesmo dia.

A ausência de Lula em marcha para prefeitos em Brasília ocorre em um ambiente politicamente sensível para o governo

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil



Pela manhã, Lula participa da abertura do Encontro Internacional da Indústria da Construção, o Enic, na capital paulista. À tarde, a agenda prevê o lançamento do Move Aplicativos, programa voltado a motoristas de aplicativo e taxistas.

A Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios

A Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios acontece de 18 a 21 de maio, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), e é organizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). A sessão solene de abertura está prevista para 9h de terça-feira, enquanto a programação também reserva espaços para debates com presidenciáveis ao longo do evento.


Na página oficial da Marcha, Lula aparece como convidado, enquanto outros nomes cotados para a disputa presidencial de 2026 aparecem como confirmados, entre eles Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Flávio Bolsonaro, Aldo Rebelo e Renan Santos.

A ausência ocorre em um ambiente politicamente sensível para o governo.

A ausência ocorre em um ambiente politicamente sensível para o governo. Nas edições de 2024 e 2025, Lula foi recebido com manifestações divididas entre aplausos e vaias durante o encontro municipalista. Em 2025, veículos registraram que o presidente foi vaiado mais de uma vez durante a participação no evento, em Brasília.

Até o momento, não há confirmação oficial de que o histórico de hostilidade tenha motivado a decisão de não comparecer à abertura. A informação confirmada é que o presidente estará em São Paulo para compromissos oficiais no mesmo dia da cerimônia.


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