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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou nesta terça-feira (19), em São Paulo, que o governo federal pretende tratar a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 com diálogo setorial, levando em conta diferenças entre categorias profissionais e áreas da economia.
A declaração foi feita durante a abertura do Encontro Internacional da Indústria da Construção (Enic), após o presidente receber uma pauta de reivindicações da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).
Lula diz que fim da escala 6x1 será tratado com diálogo setorial
Foto: Ricardo Stuckert /PR
Diante de empresários da construção civil, Lula afirmou que o setor não deve deixar de apresentar propostas ao governo.
Ele classificou a construção como essencial para a geração de empregos, a produção de moradias e a execução de obras de infraestrutura, e disse que a relação entre governo e empresas deve envolver financiamento, investimento e contrapartidas econômicas.
Ao comentar a discussão sobre a escala 6x1, modelo em que o trabalhador atua seis dias e folga um, Lula buscou reduzir a resistência do setor empresarial.
a realidade de cada categoria, de cada profissão e de cada setor econômicodisse o presidente.
A fala ocorre em meio à tramitação, na Câmara dos Deputados, de propostas que tratam da redução da jornada de trabalho.
Um acordo anunciado na semana passada entre governo e lideranças da Câmara prevê jornada de 40 horas semanais, dois dias de descanso e manutenção dos salários.
Situações específicas de cada setor devem ser tratadas por projeto de lei e por negociações coletivas.
Representantes empresariais têm defendido que as diferenças entre atividades sejam consideradas para evitar aumento de custos, dificuldades operacionais e impacto sobre serviços contínuos.
A comissão especial que analisa o tema também discute propostas mais amplas, como a redução gradual da jornada para 36 horas semanais.
O relatório inicial do deputado Leo Prates (Republicanos-BA) está previsto para ser apresentado nesta quarta-feira (20), e a votação do texto final na comissão deve ocorrer em 26 de maio.
Depois dessa etapa, a proposta ainda precisará passar pelo plenário da Câmara e pelo Senado.