Ancelotti convoca 26 para a Copa de 2026 e confirma retorno de Neymar à Seleção
Lista foi anunciada no Museu do Amanhã, no Rio, e mistura experientes com novidades como Rayan, Igor Thiago e Endrick.
Cursos de graduação em enfermagem de todo o país terão de seguir novas diretrizes curriculares definidas pelo Ministério da Educação.
A formação deverá ser presencial, com duração mínima de cinco anos e carga horária de pelo menos 4 mil horas, tanto para bacharelado quanto para licenciatura.
Entidades rubricaram novas diretrizes curriculares, homologadas pelo MEC.
Foto: Divulgação/ Conselho Federal de Enfermagem
As mudanças foram oficializadas em resolução publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (19) e atualizam as regras para a formação de enfermeiros no Brasil.
As instituições de ensino terão até 30 de junho de 2028 para adequar os projetos pedagógicos às novas exigências.
O estágio supervisionado obrigatório passa a representar, no mínimo, 30% da carga horária total do curso.
Em uma graduação com 4 mil horas, isso equivale a pelo menos 1.200 horas de estágio.
Conselheira Federal Betânia Santos rubricou documento, representando o Cofen.
Foto: Divulgação/ Conselho Federal de Enfermagem
A norma também reforça a necessidade de integração entre teoria e prática desde o início da formação, com atividades em serviços de saúde, laboratórios, unidades de atenção básica e espaços ligados ao cuidado individual e coletivo.
As novas diretrizes colocam o Sistema Único de Saúde como eixo central da formação profissional, com foco em promoção da saúde, redução de desigualdades, diversidade, gestão de serviços, educação em saúde, pesquisa e participação na formulação de políticas públicas.
O currículo deverá contemplar áreas como cuidado de enfermagem, gestão, desenvolvimento profissional, pesquisa e educação em saúde.
Para os cursos de licenciatura, a resolução prevê formação voltada principalmente à educação profissional técnica de nível médio.
A ideia é preparar docentes para cursos técnicos de enfermagem, com projetos pedagógicos alinhados à inclusão, à democracia e ao compromisso com o SUS.
Segundo o Conselho Federal de Enfermagem, as diretrizes também tornam obrigatórias atividades de extensão e ampliam a presença prática dos estudantes na rede de saúde.
A atualização substitui regras anteriores e busca adequar a formação às demandas atuais do sistema público e privado, com maior exigência de vivência presencial antes da entrada dos profissionais no mercado.