Ancelotti convoca 26 para a Copa de 2026 e confirma retorno de Neymar à Seleção
Lista foi anunciada no Museu do Amanhã, no Rio, e mistura experientes com novidades como Rayan, Igor Thiago e Endrick.
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou nesta terça-feira (19) que o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) optou por não disputar o governo de Minas Gerais em 2026. O posicionamento enfraquece, ao menos neste momento, a principal aposta do partido para construir em Minas um palanque competitivo para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Em entrevista ao podcast Warren Política, conduzido pelo economista Felipe Salto, Edinho disse que o PT trabalhava com a possibilidade de lançar Pacheco, mas terá de reabrir as negociações no estado. O dirigente afirmou que a legenda conversa com lideranças mineiras e espera consolidar uma candidatura forte para a disputa pelo Palácio Tiradentes.
Nos bastidores, a sinalização de Pacheco já havia sido transmitida ao comando petista em uma reunião em Brasília, na semana passada. Apesar da declaração de Edinho, interlocutores do senador ainda tratam a decisão como assunto a ser discutido diretamente com Lula, em encontro que estava previsto para o fim de semana, mas não ocorreu por incompatibilidade de agendas.
Pacheco, que representa Minas Gerais no Senado e tem mandato até 2027, era defendido por Lula como alternativa para reunir setores do centro e da esquerda no estado. Sem o nome dele, o PT terá de recalibrar a estratégia local em uma disputa considerada importante para a montagem da campanha presidencial em Minas.
O próprio PT tem defendido uma política de alianças estado por estado para 2026, com candidaturas próprias onde houver condições e apoio a aliados em outros cenários. Em Minas, a nova rodada de conversas deve definir se o partido insistirá em um nome competitivo para o governo ou buscará outra composição para garantir palanque a Lula.
Até o momento, Pacheco não anunciou publicamente candidatura ao governo mineiro. A definição final dependerá das próximas conversas políticas, especialmente da eventual reunião com Lula, ainda sem data confirmada oficialmente.