CSN é multada em R$ 39 milhões pelo TRF-6 por atraso para reduzir participação na Usiminas
Tribunal considerou 391 dias de descumprimento do prazo para baixar fatia abaixo de 5%, em medidas acompanhadas pelo Cade; processo está em sigilo.
Dois despachantes foram presos no Vale do Aço sob suspeita de fraudar processos de vistoria e transferência de veículos. A investigação da Polícia Civil aponta que a atuação do grupo pode ter permitido que centenas de carros circulassem sem cumprir exigências básicas de inspeção.
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A apuração, batizada de Operação Registro Oculto, levou ao indiciamento de 16 pessoas. Entre os investigados, há também servidores, segundo a corporação.

Foto: Stella Dutra / PLOX
As prisões dos despachantes foram realizadas na segunda-feira. Já nesta terça, os delegados Gímaro Alves Ferreira e Augusto Luís Frade Drumond apresentaram os principais pontos do caso durante uma coletiva de imprensa.
O delegado-geral do 12º Departamento de Polícia Civil explicou, na entrevista, de que maneira os despachantes teriam conseguido burlar o sistema. Na mesma ocasião, Drumond detalhou como os suspeitos teriam ampliado a carteira de clientes.

Foto: PCMG
De acordo com a Polícia Civil, as 16 pessoas foram indiciadas por suspeita de associação criminosa, falsidade ideológica, uso de documento falso, corrupção ativa e passiva e inserção de dados falsos em sistema de informações, além de outros delitos correlatos.
A corporação informou ainda que este caso tem ligação com outras apurações envolvendo o sistema de trânsito na região, incluindo a Operação Ponto Final, deflagrada em 2023.

Foto: PCMG