CSN é multada em R$ 39 milhões pelo TRF-6 por atraso para reduzir participação na Usiminas
Tribunal considerou 391 dias de descumprimento do prazo para baixar fatia abaixo de 5%, em medidas acompanhadas pelo Cade; processo está em sigilo.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) contabiliza quase 600 casos suspeitos e 139 mortes suspeitas em surtos de ebola registrados na República Democrática do Congo e em Uganda. A entidade alerta que os números devem aumentar, já que há indícios de que o vírus circulou por semanas antes da detecção oficial dos casos.
OMS declara emergência por surtos de ebola no Congo e em Uganda; mortes suspeitas chegam a 139.
Foto: Imagem ilustrativa criada por Inteligência Artificial/Henrique Lacerda/Plox
Na República Democrática do Congo, 51 casos foram confirmados em províncias do norte do país, principalmente em áreas de Ituri e Kivu do Norte. A OMS afirma, porém, que a dimensão real do surto pode ser maior do que a registrada até agora, devido às dificuldades de vigilância, deslocamento de pessoas e insegurança em regiões afetadas por conflitos.
Uganda confirmou dois casos em Kampala, capital do país, ambos ligados a pessoas que haviam passado pela República Democrática do Congo. Um dos pacientes morreu e o outro, um cidadão norte-americano, foi transferido para tratamento na Alemanha, segundo informações divulgadas pela OMS e por agências internacionais.
O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que a situação preocupa por envolver áreas urbanas, profissionais de saúde infectados e intenso fluxo de pessoas entre comunidades e países vizinhos. A província de Ituri, um dos focos do surto, enfrenta agravamento da violência desde o fim de 2025, com deslocamento de milhares de moradores.
OMS alerta que os números devem aumentar.
Foto: Imagem ilustrativa criada por Inteligência Artificial/Henrique Lacerda/Plox
Os surtos foram causados pelo vírus Bundibugyo, uma espécie de ebola para a qual ainda não há vacina ou tratamento aprovados. A OMS declarou a situação como emergência em saúde pública de importância internacional e informou que enviou equipes, suprimentos, equipamentos e recursos financeiros para apoiar as autoridades locais.
Apesar da gravidade regional, a OMS avalia que o risco de disseminação global é baixo neste momento, mas considera alto o risco dentro dos países afetados e em áreas próximas. A resposta sanitária busca identificar cadeias de transmissão, isolar casos suspeitos e reforçar a proteção de profissionais de saúde.