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AAPI promoveu, nesta semana, uma nova etapa de ações voltadas à segurança, à saúde e à educação ao concluir a programação do Maio Amarelo dentro da instituição. A mobilização foi organizada pela CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) e reuniu diretoria e colaboradores no auditório da sede administrativa, com palestras, dinâmicas relacionadas ao tema da campanha e distribuição de brindes personalizados.

Foto: Divulgação
As atividades contaram com apresentações de Guilherme Tadeu Campos Hauck, médico do trabalho e prestador de serviços da AAPI; de Leandro da Silva Cruz, engenheiro civil da LC Engenharia Consultoria de Segurança; e de Rafaela Mara de Sena Magalhães, técnica de segurança da mesma consultoria.
Entre os objetivos do encontro esteve a conscientização sobre o controle de riscos no ambiente de trabalho, além do incentivo à adoção de medidas para prevenir acidentes e doenças ocupacionais. Na avaliação de Leandro Cruz, a iniciativa ampliou o engajamento em torno da prevenção e contribui para que associados e colaboradores retornem para casa sem acidentes ou lesões, fortalecendo um espaço laboral mais seguro e saudável.
Guilherme Tadeu também ressaltou a participação da medicina do trabalho nesse tipo de iniciativa, associando o tema à prevenção de doenças e ao estímulo de uma rotina profissional mais equilibrada e produtiva.

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O fechamento do Maio Amarelo na AAPI foi conduzido pelo presidente Paulo Martins, que agradeceu o envolvimento e o compromisso dos participantes. Ele destacou ainda que ações desse perfil devem permanecer no cotidiano da instituição, mencionando como referência o trabalho desenvolvido pela própria CIPA.
Neste ano, o Maio Amarelo adotou como eixo central a busca por melhores condições de saúde mental.

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O Maio Amarelo é uma mobilização internacional voltada à redução de acidentes e à conscientização sobre o número de mortes e feridos em vias urbanas e rodovias.
Segundo dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF), apenas em 2025 foram contabilizados 72.483 sinistros de trânsito nas rodovias federais brasileiras, com 6.044 mortes e 83.483 pessoas feridas. Os registros correspondem a uma média aproximada de 16 mortes por dia nessas estradas.

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No mesmo período, a PRF apontou mais de 10,2 milhões de infrações, indicando que comportamentos de risco — como excesso de velocidade, ultrapassagens indevidas e uso de celular ao volante — seguem entre os principais desafios da segurança viária. Dentro desse contexto, a campanha reforça que a responsabilidade no trânsito é coletiva e que atitudes cotidianas podem salvar vidas.