CSN é multada em R$ 39 milhões pelo TRF-6 por atraso para reduzir participação na Usiminas
Tribunal considerou 391 dias de descumprimento do prazo para baixar fatia abaixo de 5%, em medidas acompanhadas pelo Cade; processo está em sigilo.
A história da camisa mais reconhecida do futebol brasileiro ganha uma mostra especial a partir desta sexta-feira (22), no Museu do Futebol, no Pacaembu, em São Paulo (SP). A exposição “Amarelinha” reúne peças originais da Seleção Brasileira e revisita a trajetória do uniforme que se tornou símbolo do país dentro e fora dos gramados.
Camisa mais reconhecida do futebol brasileiro ganha uma mostra especial a partir desta sexta-feira (22), no Museu do Futebol, no Pacaembu, em São Paulo (SP).
Foto: Divulgação/ Nilton Fukuda
A mudança para o amarelo veio depois da derrota do Brasil para o Uruguai na final da Copa de 1950, no Maracanã, quando a seleção ainda jogava de branco. O novo modelo surgiu em um concurso nacional promovido pela antiga Confederação Brasileira de Desportos e pelo jornal Correio da Manhã. O vencedor foi Aldyr Schlee, então com 19 anos, que desenhou a combinação da camisa amarelo-ouro com detalhes verdes, calção azul e meiões brancos.
A estreia da nova camisa ocorreu em 28 de fevereiro de 1954, em uma vitória por 2 a 0 contra o Chile, pelas Eliminatórias da Copa da Suíça. Desde então, a peça se consolidou como uniforme principal da seleção em Copas do Mundo e passou a carregar também a memória das conquistas brasileiras.
A mostra apresenta 18 camisas ligadas a diferentes momentos da Seleção Brasileira, incluindo peças associadas a nomes como Sócrates, Rivellino, Ronaldo e Vini Jr. Entre os destaques está a camisa usada por Pelé na final da Copa de 1970, contra a Itália, partida em que o Brasil venceu por 4 a 1 e conquistou o tricampeonato mundial.
A mostra apresenta 18 camisas ligadas a diferentes momentos da Seleção Brasileira.
Foto: Rovena Rosa/Agencia Brasil
Além do peso esportivo, a exposição aborda a camisa como objeto de identidade, memória e transformação tecnológica. O público poderá observar a evolução dos tecidos e do desenho das peças, desde modelos de algodão, mais pesados em dias de chuva, até versões modernas feitas com materiais leves e pensados para alta performance.
A exposição fica em cartaz até 6 de setembro. O Museu do Futebol funciona de terça-feira a domingo, das 9h às 18h, com entrada permitida até as 17h. O ingresso inteiro custa R$ 24, e a visitação é gratuita às terças-feiras.