PEC do fim da escala 6x1 é aprovada na Câmara; veja a lista dos 22 deputados que votaram contra
Texto reduz a jornada semanal máxima de 44 para 40 horas e segue agora para votação no Senado, também em dois turnos.
Evie Toombes, uma jovem britânica de 20 anos, ganhou um processo judicial contra o clínico-geral que atendeu sua mãe antes da gravidez. Toombes, que sofre de espinha bífida, alegou que o médico não informou sua mãe sobre a importância de tomar ácido fólico, uma vitamina essencial para a formação do feto. O tribunal decidiu em favor de Toombes, garantindo uma indenização milionária, cujo valor exato ainda está sendo calculado, mas que deverá cobrir os custos médicos de sua condição pelo resto de sua vida.

Alegações e julgamento
De acordo com o jornal The Sun, Evie Toombes declarou que o médico, Philip Mitchell, falhou em aconselhar sua mãe, Caroline Toombes, sobre a necessidade de tomar ácido fólico antes e durante o início da gravidez. A vitamina é crucial para evitar malformações como a espinha bífida. "Ele me disse que não era necessário. Fui informada de que, se tivesse uma boa dieta anteriormente, não teria que tomar ácido fólico. Ele me disse para ir pra casa e ‘fazer muito sexo’, o que foi muito rude", relatou Caroline durante o julgamento.
Evie foi diagnosticada com espinha bífida em novembro de 2001, o que limita sua mobilidade e exige que ela dependa de uma cadeira de rodas e de cuidados médicos contínuos, incluindo problemas intestinais e de bexiga. A jovem afirmou que, se sua mãe tivesse sido adequadamente informada, a gravidez poderia ter sido adiada, e Evie não teria nascido com a condição.
Impacto da decisão
A decisão judicial não apenas reconhece a negligência médica, mas também destaca a importância da orientação correta e completa por parte dos profissionais de saúde durante a preparação para a gravidez. O caso de Evie Toombes reforça a necessidade de atenção aos detalhes críticos que podem afetar a saúde do feto e, consequentemente, a vida do indivíduo.