LIRAa aponta 1,7% em Timóteo e coloca município em médio risco para dengue

Levantamento feito entre 20 e 22 de maio de 2026 indica aumento em relação ao mesmo período de 2025 e reforça orientação para eliminar água parada dentro de casa.

26/05/2026 às 12:07 por Redação Plox

Timóteo fechou o segundo Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti de 2026 com resultado de 1,7%, número que enquadra o município em médio risco para transmissão de dengue, Zika e Chikungunya. A ação foi realizada pela Prefeitura entre 20 e 22 de maio.

25.05 - Release PMT - Segundo LIRAa de Timóteo aponta médio risco e exige atenção redobrada

Foto: Divulgação

Aplicado quatro vezes ao ano — em janeiro, maio, setembro e novembro — o LIRAa é usado como instrumento de monitoramento para medir a presença do mosquito transmissor e orientar as estratégias de controle.

25.05 - Release PMT - Segundo LIRAa de Timóteo aponta médio risco e exige atenção redobrada

Foto: Divulgação

Índice atual supera o do ano passado no mesmo período

No mesmo intervalo de 2025, a cidade havia registrado 1,2%, patamar considerado de alerta para arboviroses. A comparação reforça a oscilação dos indicadores e, segundo o histórico recente, a necessidade de atenção contínua: em outubro do ano passado, Timóteo chegou a um Índice de Infestação Predial (IIP) de 3,6%, cenário mais crítico que o atual.

Cuidados em casa seguem como principal barreira contra o mosquito

A Vigilância em Saúde orienta os moradores a adotarem medidas simples para eliminar criadouros. Entre as recomendações estão manter caixas d’água e reservatórios sempre tampados, retirar recipientes que possam acumular água parada, fazer a limpeza periódica de calhas e quintais e descartar corretamente pneus e objetos sem uso. Também é indicado recorrer a telas em janelas e, quando necessário, ao uso de repelentes.

Para a gerente de Vigilância em Saúde de Timóteo, Rosana Lana, o resultado exige mobilização coletiva e depende do trabalho conjunto entre poder público e população.

O resultado de 1,7% nos coloca em médio risco, mas é um alerta para todos. O combate ao Aedes aegypti depende da ação conjunta entre poder público e população. Cada morador precisa fazer sua parte, deixando os agentes de endemias entrar na residência e seguir todas aquelas orientações repassadas por eles. Cada morador pode tirar 10 minutinhos da sua semana para poder verificar esses possíveis criadouros, uma vez que 80% dos focos estão lá dentro das casas.

Rosana Lana

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