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Dengue acende alerta no Vale do Aço com morte suspeita em investigação.
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Na área da SRS de Coronel Fabriciano, o painel aponta 1.468 casos confirmados de dengue e 27 registros classificados como graves ou com sinais de alarme. Ipatinga concentra o maior número de confirmações, com 698 casos, seguida por Timóteo, com 183; Inhapim, com 95; Ipaba, com 73; e Iapu, com 70. Coronel Fabriciano aparece com 65 casos, e Santana do Paraíso, com 55.
Região já soma mais de 1,4 mil casos.
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Os dois óbitos já confirmados na região são de homens com mais de 70 anos. Um deles tinha hipertensão, enquanto o outro não apresentava comorbidade informada. O Ministério da Saúde alerta que pessoas idosas e pacientes com doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, têm maior risco de evoluir para quadros graves e complicações da dengue.
No balanço estadual atualizado em 25 de maio, Minas Gerais registrava 61.229 casos prováveis de dengue, sendo 29.116 confirmados. O estado tinha 23 mortes confirmadas pela doença e outras 33 em investigação. A SES-MG também informou casos de chikungunya e zika no mesmo boletim, mas sem óbitos confirmados por zika até a data da atualização.
Minas tem 23 mortes confirmadas.
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A orientação é procurar uma unidade de saúde em caso de febre alta de início repentino acompanhada de sintomas como dor no corpo, dor nas articulações, dor atrás dos olhos, mal-estar, falta de apetite, dor de cabeça ou manchas vermelhas. Sinais como dor abdominal intensa, vômitos frequentes, tontura, dificuldade para respirar, sangramentos, cansaço intenso ou irritabilidade exigem atenção imediata.
A dengue é transmitida principalmente pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti. A SES-MG reforça que a prevenção passa pela eliminação de locais com água parada, como pneus, garrafas, vasos de plantas e caixas d’água destampadas. O painel estadual de arboviroses é atualizado semanalmente e permite consulta por município, regional de saúde e tipo de doença.