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    Mineira grávida de bebê com 'meio coração' pede ajuda para tratamento do filho

    O parto de Théo está previsto para as próximas semanas, e o menino tem uma síndrome rara que prejudica o funcionamento da metade do órgão; família tenta arrecadar dinheiro para cirurgias

    Por Plox

    27/03/2022 13h17 - Atualizado há 3 meses

     

    Théo ainda não nasceu, mas já trava uma difícil batalha pela vida. Diagnosticado com uma síndrome rara, que o faz ter apenas "metade do coração", o menino precisará de diversos tratamentos e cirurgias para sobreviver. Mas, o hospital que atualmente tem a maior taxa de sobrevivência em casos semelhantes, é particular e a família não tem condição financeira para o custeio.
     
    Por isso, a jovem Larissa Gouvêa Santana, de apenas 19 anos, clama por ajuda. Natural de São João del Rey, na região central de Minas Gerais, e grávida de sete meses, ela conta sobre o drama que enfrenta. Ainda nos primeiros meses de gestação, o bebê foi diagnosticado com Hipoplasia do Coração Esquerdo (SHCE).

    Larissa Gouvêa Santana


     
    A doença interrompe o fluxo sanguíneo pelo lado esquerdo do órgão, fazendo com que parte do coração não se desenvolva. "Significa que o lado esquerdo do coração do Théo não se desenvolve e, por isso, ele só tem o lado direito, meio coração", explica a mãe.

    arissa Gouvêa Santana


     
    Para conseguir sobreviver, o bebê precisa de ao menos três grandes cirurgias - uma na primeira semana de vida, outra entre 2 e 4 meses, e a última por volta dos 3 anos de vida. Conforme informa Larissa, em Belo Horizonte, o Hospital Biocor oferece o tratamento pelo SUS. "No entanto, como ainda é de forma experimental, a taxa de sucesso é de apenas 35%", detalha.
     
    Em São Paulo, o Instituto do Coração (Incor), do Hospital das Clínicas, também realiza as cirurgias de forma gratuita. Mas, segundo ela, a taxa de sobrevivência é de 60%. O desejo da família é que Théo seja tratado no Hospital Beneficência Portuguesa, também na capital paulista.
     
    "É uma síndrome rara, e o bebê não pode ser operado em qualquer hospital. No Beneficência tem um médico que tem uma técnica específica para solucionar a anatomia da síndrome. Lá é o melhor, com taxa de sucesso de 91%", contou a mineira.

    "É o meu primeiro filho. Quero conseguir o melhor para ele. O Théo já vai ter muito risco para enfrentar. Estando no melhor hospital, minimiza os perigos", acrescenta a mãe. 

     

     

    O tratamento na rede particular custa entre R$ 1 milhão e R$ 3 milhões, incluindo as taxas de internação e outros serviços. Neste primeiro momento, a família tenta arrecadar R$ 100 mil para custear a primeira cirurgia. Por isso, fez uma vaquinha online para conseguir o dinheiro. Até o momento, pouco mais de R$ 17 mil foram doados. 

    Fonte: https://www.otempo.com.br/cidades/mineira-gravida-de-bebe-com-meio-coracao-pede-ajuda-para-tratamento-do-filho-1.2641757
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