Brasil empata com Marrocos na estreia da Copa de 2026, e atuação da seleção preocupa
Em Nova Jersey, seleção saiu atrás com Ismael Saibari e buscou o 1 a 1 com jogada individual de Vinícius Júnior; próxima partida será contra o Haiti.
Onde muita gente enxerga apenas descarte, o ipatinguense Joarez Carmo da Silva — conhecido como Balu — vê formas, personagens e movimento. Morador de Ipatinga, no Vale do Aço, ele utiliza sucata industrial como matéria-prima para criar esculturas e transformar peças esquecidas em arte.
ASSISTA A TRANSMISSÃO AO VIVO DIRETO DOS ESTÚDIOS PLOX.
A próxima chance de o público conferir de perto as obras do escultor será durante uma exposição na Expo Usipa. A matéria também foi apresentada ao vivo no estúdio do PLOX, que mostrou parte das criações.

Foto: PLOX
A trajetória artística de Joarez começou em 2020, em meio à pandemia, quando ele se mudou para o Piauí e passou a trabalhar em uma fazenda. Em um fim de semana de folga, encontrou um galpão repleto de sucata — e foi ali que passou a perceber possibilidades onde antes havia apenas restos.
Ao observar um rolamento, por exemplo, ele identificou um olho. Em outro momento, ao olhar um pedaço de tubo, imaginou partes do corpo, como perna e braço. Dessa experiência, surgiria a descoberta do talento, nascida do tempo livre e do olhar atento para o que estava ao redor.
Joarez nasceu em Tarumirim e se mudou com a família para Ipatinga quando tinha três anos. Na juventude, aprendeu a profissão de serralheiro e, mais tarde, passou a atuar como soldador na Usiminas — habilidades que ajudariam a moldar o caminho até as esculturas feitas com metal reaproveitado.