Homem que atropelou e arrastou Tainara na Marginal Tietê irá a júri popular em SP
Douglas Alves da Silva seguirá preso preventivamente e responderá por feminicídio e tentativa de homicídio, segundo decisão desta segunda-feira (25).
A PF suspeita que os imóveis tenham sido usados como contrapartida a operações bilionárias feitas pelo BRB com o Banco Master. Segundo os investigadores, Paulo Henrique Costa teria aceitado receber seis imóveis avaliados em cerca de R$ 146 milhões, dos quais aproximadamente R$ 74 milhões já teriam sido pagos. A investigação afirma que, no mesmo período, o banco público direcionava cerca de R$ 12 bilhões ao Master em operações consideradas irregulares.
PF suspeita que os imóveis tenham sido usados como contrapartida a operações bilionárias feitas pelo BRB com o Banco Master.
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Os diálogos indicam que Vorcaro acompanhava a busca por imóveis destinados ao então presidente do BRB. Em novembro de 2024, ele teria pedido a uma corretora que apresentasse apartamentos de alto padrão em São Paulo. Em uma das conversas, a corretora relatou que a existência de quadra de tênis era um ponto considerado essencial por Costa. Um dos imóveis avaliados ficava no condomínio Heritage, no Itaim Bibi, e teria valor aproximado de R$ 45 milhões.
Depois de uma visita a uma unidade no mesmo condomínio, Paulo Henrique Costa enviou a mensagem em que agradeceu Vorcaro e afirmou:
“Estamos juntando nossas vidas”
Em outro trecho citado na investigação, o ex-presidente do BRB perguntou ao banqueiro qual seria sua “necessidade de caixa”, em referência, segundo a apuração, à possibilidade de novos repasses financeiros do BRB ao Banco Master.
Paulo Henrique Costa foi preso em 16 de abril, na quarta fase da Operação Compliance Zero. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, essa etapa investiga suspeitas de lavagem de dinheiro ligada ao pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos e corrupção de gestores envolvidos nas negociações apuradas. A operação também mira crimes como organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira, manipulação de mercado, corrupção e lavagem de dinheiro.