Ruínas de capela de 1734 em Cachoeiras de Macacu vão virar centro comunitário e espaço cultural ainda em 2026
Obras de consolidação e requalificação começaram em 2025 e incluem reforço estrutural, preservação das características originais e implantação de um mirante para visitação.
27/05/2026 às 14:57por Redação Plox
27/05/2026 às 14:57
— por Redação Plox
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As ruínas da Capela de São José da Boa Morte, construída em 1734 em Cachoeiras de Macacu, na Região Serrana do Rio de Janeiro, estão passando por obras de consolidação e requalificação para receber um centro comunitário e um espaço cultural aberto à visitação. A previsão é que a nova estrutura fique pronta ainda em 2026.
O imóvel é tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) desde 1989 e é considerado um dos principais símbolos históricos do município, por reunir registros ligados à formação da comunidade local e por ter sido palco de cerimônias religiosas e sepultamentos ao longo do século 19.
As ruínas da Capela de São José da Boa Morte, construída em 1734 em Cachoeiras de Macacu, na Região Serrana do Rio de Janeiro, estão passando por obras de consolidação e requalificação.
Foto: Redes Sociais
Obra começou em 2025 e tem investimento de R$ 18 milhões
As intervenções começaram em 2025 e são conduzidas pela Elysium Sociedade Cultural, em parceria com a Prefeitura de Cachoeiras de Macacu e com patrocínio da Nova Transportadora do Sudeste (NTS), por meio da Lei de Incentivo à Cultura. O investimento informado para o projeto é de R$ 18 milhões.
Entre as etapas anunciadas estão o reforço estrutural das ruínas, a preservação das características originais do conjunto e a implantação de um mirante para visitação, com a proposta de ampliar a experiência do público sem descaracterizar a estrutura histórica.
As intervenções começaram em 2025 e são conduzidas pela Elysium Sociedade Cultural, em parceria com a Prefeitura de Cachoeiras de Macacu.
Foto: Redes Sociais
Patrimônio e turismo no interior do RJ
O entorno do sítio histórico fica próximo ao Rio Macacu e integra rotas de turismo rural e de natureza na cidade, que também recebe visitantes atraídos por circuitos gastronômicos e atividades de ecoturismo. A expectativa divulgada é de que a requalificação ajude a fortalecer o fluxo turístico e a ocupação cultural do espaço, com uso comunitário.
Até a entrega do novo equipamento, a execução segue em andamento e a programação de abertura e funcionamento do espaço deve ser detalhada pelos responsáveis conforme o avanço das etapas no local.