Brasil empata com Marrocos na estreia da Copa do Mundo de 2026, e desempenho preocupa
Em Nova Jersey, seleção saiu atrás com Ismael Saibari e buscou o 1 a 1 com jogada individual de Vinícius Júnior; próxima partida será contra o Haiti.
A retirada de mega hair (aplique) costuma exigir técnica e produtos específicos — e fazer o procedimento por conta própria pode trazer riscos ao cabelo e ao couro cabeludo. O tema voltou ao centro das atenções após a advogada e influenciadora Deolane Bezerra retirar o alongamento enquanto está presa na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior de São Paulo, por determinação da administração prisional, medida adotada por segurança, conforme relato publicado pelo g1.
Deolane sem mega hair: influenciadora retira o próprio aplique para cumprir regras de segurança da Penitenciária de Tupi Paulista.
Foto: Reprodução/FRAME TV
De acordo com a especialista em cuidados capilares Fabiana Batista, ouvida pelo g1, a colocação do mega hair por fita adesiva é relativamente rápida, mas pressupõe que o cabelo esteja previamente lavado e escovado. Já a remoção, segundo a profissional, deve ser feita por alguém experiente e com produtos adequados, como removedores e óleos próprios, para reduzir o risco de tração e quebra.
A especialista também chamou atenção para o cuidado redobrado em fios descoloridos — caso comum em cabelos loiros —, que tendem a estar mais fragilizados e podem sofrer mais com puxões e arrancamento durante a retirada.
Retirada de mega hair (aplique) costuma exigir técnica e produtos específicos.
Foto: Reprodução/FRAME TV
No caso de Deolane, a retirada do aplique ocorreu após uma determinação na unidade prisional, em um procedimento que, segundo a reportagem, teria sido feito com uma ferramenta específica (o produto utilizado não foi detalhado). A justificativa apresentada por fonte ouvida pelo g1 é que o uso de alongamentos pode representar risco à segurança e também facilitar práticas irregulares dentro do sistema prisional.
Deolane está na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista desde 22 de maio de 2026, após ser transferida da capital paulista, informou a Agência Brasil, citando a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP).
A influenciadora foi presa no âmbito da Operação Vérnix, que apura suspeitas de organização criminosa e lavagem de dinheiro. Ainda conforme a Agência Brasil, as investigações citadas apontam apuração relacionada a lavagem de recursos atribuídos ao Primeiro Comando da Capital (PCC), e o caso segue em andamento.
Em outro desdobramento judicial, o ministro do STF Flávio Dino negou pedido de soltura da investigada, ao afirmar não ver ilegalidade manifesta na prisão preventiva, segundo a Agência Brasil.