PEC do fim da escala 6x1 é aprovada na Câmara; veja a lista dos 22 deputados que votaram contra
Texto reduz a jornada semanal máxima de 44 para 40 horas e segue agora para votação no Senado, também em dois turnos.
Em nota oficial, o Exército afirmou que
Ele era considerado um herói nacional
Foto: Redes sociais
manifesta profundo pesar pelo falecimento do militare destacou a solidariedade da Força aos familiares, amigos e irmãos de farda. A corporação classificou Nestor como um dos heróis da FEB e ressaltou sua dedicação, disciplina e amor ao Brasil.
Mineiro, Nestor da Silva ingressou no Exército em 1938 e integrou o 11º Regimento de Infantaria da FEB. Durante a campanha brasileira na Itália, participou de combates como Gallicano, Monte Castello, Castelnuovo e Montese, além de ter comandado patrulhas em áreas sob defesa inimiga.
Na Tomada de Montese, em abril de 1945, ele assumiu o comando de sua fração após a morte do comandante do pelotão, Tenente Ary Rauen. Pela atuação em combate, foi promovido por bravura a 2º Tenente, reconhecimento atribuído pelo Exército à sua coragem e capacidade de comando em meio às ações da FEB.
Nestor também foi condecorado com a Cruz de Combate de 1ª Classe e a Medalha Sangue do Brasil. Após o fim da guerra, concluiu o Curso de Oficiais da Reserva, serviu por sete anos na Brigada de Infantaria Paraquedista e permaneceu no serviço ativo até 1972, quando já ocupava o posto de Tenente-Coronel.
A Força Expedicionária Brasileira enviou mais de 25 mil militares para a Europa entre 1944 e 1945, no esforço aliado contra o nazifascismo. A participação brasileira marcou batalhas históricas em território italiano e se tornou um dos capítulos mais lembrados da presença militar do Brasil na Segunda Guerra Mundial.
Poucas semanas antes da morte, Nestor havia sido homenageado em Brasília, em solenidade na Câmara Legislativa do Distrito Federal, com o título simbólico de cidadão honorário. A homenagem reforçou o reconhecimento público à memória dos pracinhas e à trajetória dos veteranos da FEB.