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    Chip implantado no corpo é usado como passaporte vacinal de Covid

    Dispositivo, que não tem relação com imunizantes, é capaz de carregar 2 KB de informações que podem ser lidas a partir de app

    Por Plox

    30/12/2021 10h30 - Atualizado há 5 meses

    A empresa sueca DSruptive Subdermals desenvolveu um chip implantável sob a pele de seres humanos que pode armazenar dados pessoais e informações usadas constantemente no dia a dia, como os passaportes vacinais contra a Covid-19.

    O chip não tem relação com qualquer tipo de imunizante usado contra a Covid e funciona como uma espécie de pen drive, ou seja, armazena arquivos digitais de acordo com a necessidade do usuário. Além de guardar o comprovante de vacinação, é possível usar o chip para fazer pagamentos no crédito ou no débito, assim como os cartões que funcionam por aproximação.

     

    A empresa sueca DSruptive Subdermals desenvolveu um chip implantável sob a pele de seres humanos que pode armazenar dados pessoais e informações usadas constantemente no dia a dia, como os passaportes vacinais contra a Covid-19.  O chip não tem relação com qualquer tipo de imunizante usado contra a Covid e funciona como uma espécie de pen drive, ou seja, armazena arquivos digitais de acordo com a necessidade do usuário. Além de guardar o comprovante de vacinação, é possível usar o chip para fazer pagamentos no crédito ou no débito, assim como os cartões que funcionam por aproximação.    O apetrecho tem capacidade de guardar apenas 2 KB de informação, mas possui durabilidade que pode chegar até 40 anos. Envolto em um material chamado de “bioglass”, o chip de 2mm por 14mm carrega uma antena NFC — tecnologia de aproximação presente em grande parte dos celulares de última geração.  Em entrevista à AFP, um dos diretores da DSruptive Subdermals defendeu a utilização deste tipo de tecnologia e destacou o custo-benefício do dispositivo em comparação com outros gadgets, como pulseiras inteligentes.  VEJA TAMBÉM Finlandês explode Tesla após descobrir preço da troca de bateria TECNOLOGIA E CIÊNCIA Finlandês explode Tesla após descobrir preço da troca de bateria China acusa Elon Musk por 'quase acidente' em estação espacial INTERNACIONAL China acusa Elon Musk por 'quase acidente' em estação espacial Hamburgueria israelense vende lanche personalizado feito por robô  TECNOLOGIA E CIÊNCIA Hamburgueria israelense vende lanche personalizado feito por robô “Um microchip implantado custa cerca de 100 euros (R$ 637) no caso das versões mais avançadas, comparado com as pulseiras inteligentes, que custam geralmente o dobro; um implante pode durar 30 ou 40 anos, enquanto uma pulseira dura 3 ou 4 anos”, explica Hannes Sjoblad.    O empresário ressalta que o chip não tem bateria e não pode transmitir qualquer tipo de informação de maneira independente. O dispositivo só é ativado para a transferência de arquivo quando em contato com um celular com tecnologia NFC.  Apesar do pequeno espaço de armazenamento, o chip pode carregar informações bancárias para transações financeiras, documentos pessoais ou qualquer ferramenta que seja compatível com a tecnologia NFC em celulares.  LEIA TAMBÉM  Encostou, pagou! Cartão de crédito com tecnologia NFC é confiável?  IBM anuncia o menor chip do mundo, com apenas 2 nanômetros  Carne vegetal, web 3.0 e mais: as tendências tecnológicas para 2022 No Brasil, por exemplo, as máquinas de pagamento dos ônibus urbanos de São Paulo possuem a tecnologia NFC, assim como as máquinas de cartão de crédito com aproximação.    “Acredito que faz parte da minha integridade usar um chip e guardar minhas informações pessoais para mim. Sinto que tenho um controle maior por estar dentro da minha mão”, explica uma cidadã sueca usuária do dispositivo.

     

    O apetrecho tem capacidade de guardar apenas 2 KB de informação, mas possui durabilidade que pode chegar até 40 anos. Envolto em um material chamado de “bioglass”, o chip de 2mm por 14mm carrega uma antena NFC — tecnologia de aproximação presente em grande parte dos celulares de última geração.

    Em entrevista à AFP, um dos diretores da DSruptive Subdermals defendeu a utilização deste tipo de tecnologia e destacou o custo-benefício do dispositivo em comparação com outros gadgets, como pulseiras inteligentes.

     

    “Um microchip implantado custa cerca de 100 euros (R$ 637) no caso das versões mais avançadas, comparado com as pulseiras inteligentes, que custam geralmente o dobro; um implante pode durar 30 ou 40 anos, enquanto uma pulseira dura 3 ou 4 anos”, explica Hannes Sjoblad.

     

     

     

    O empresário ressalta que o chip não tem bateria e não pode transmitir qualquer tipo de informação de maneira independente. O dispositivo só é ativado para a transferência de arquivo quando em contato com um celular com tecnologia NFC.

    Apesar do pequeno espaço de armazenamento, o chip pode carregar informações bancárias para transações financeiras, documentos pessoais ou qualquer ferramenta que seja compatível com a tecnologia NFC em celulares.

     

    No Brasil, por exemplo, as máquinas de pagamento dos ônibus urbanos de São Paulo possuem a tecnologia NFC, assim como as máquinas de cartão de crédito com aproximação.

     

     

     

    “Acredito que faz parte da minha integridade usar um chip e guardar minhas informações pessoais para mim. Sinto que tenho um controle maior por estar dentro da minha mão”, explica uma cidadã sueca usuária do dispositivo.

    Fonte: https://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/chip-implantado-no-corpo-e-usado-como-passaporte-vacinal-de-covid-30122021
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