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O prefeito de Ipatinga, Gustavo Nunes, se posicionou por volta de 10h25 desta manhã desta terça-feira (16), dizendo que vai esperar o decreto que virá do Governador Romeu Zema, para que o jurídico da prefeitura possa avaliar a situação. Caso entre na onda Roxa, a partir de amanhã (17), somente o essencial pode funcionar na cidade.
Na publicação, Gustavo fala que está indo para Brasília e só se pronunciará sobre adesão desta nova nova medida mais tarde. O motivo de sua ida seria buscar credenciamento dos 20 novos leitos que serão instalados em Ipatinga, como dito em coletiva na última sexta-feira (12).
“Estou aguardando o decreto do governador Zema para que seja feita uma análise jurídica e técnica. Assim, Ipatinga se posicionará acerca da Zona Roxa. Estou indo a Brasília buscar credenciamento de novos leitos para a saúde e me pronuncio logo mais”, publicou.

Entenda:
Em reunião com o novo secretário Fábio Baccheretti, presidentes das associações regionais de prefeitos e dos consórcios regionais de Saúde, o governador Romeu Zema (Novo) anunciou que deve aplicar a Onda Roxa em todo estado de Minas Gerais. "Nós decretamos, a partir desta quarta-feira, depois de amanhã, dia 17 de março, onda roxa em todo o estado, por uma questão humanitária. Não por uma questão de ser alguma posição de alguém individualmente”, declarou aos participantes, alguns presencialmente e outros que participavam “on-line”.
Ainda em suas declarações aos participantes da reunião, o governador disse que a decisão valerá por um período de 15 dias. ”Vai valer por 15 dias, a contar desta quarta-feira. E nós estaremos possibilitando que apenas aquelas atividades essenciais fiquem em operação, como farmácias, supermercados e etc. E que haja a maior restrição possível à circulação de pessoas. Nós não temos outra alternativa”, declarou.
As regras para as cidades que estiverem na onda roxa incluem a proibição de circulação de pessoas sem o uso de máscara de proteção, em qualquer espaço público ou de uso coletivo, ainda que privado; a proibição de circulação de pessoas com sintomas gripais, exceto para a realização ou acompanhamento de consultas ou realização de exames médico-hospitalares; a proibição de realização de reuniões presenciais, inclusive de pessoas da mesma família que não coabitam; além da realização de qualquer tipo de evento público ou privado que possa provocar aglomeração, ainda que respeitadas as regras de distanciamento social.
São considerados serviços essenciais:
Matéria em atualização.